quinta-feira, 13 de maio de 2010

Ceará - Exportação de Mel


CE foi o terceiro maior produtor de mel no 1º trimestre

Preço médio do produto/kg foi de US$ 2,85, gerando receita de US$ 13,4 mi, com a venda de 4,7 toneladas
Foto: Divulgação
Ceará foi o terceiro estado brasileiro em exportação de mel de  abelhas durante os primeiros três meses de 2010, ficando atrás apenas  do Rio Grande do Sul e de São Paulo. O preço médio do produto por  quilo foi um dos melhores registrados ultimamente, US$ 2,85, gerando  uma receita de US$ 13,4 milhões com a venda de 4,7 toneladas.
No mês de  março, o preço do mel/kg exportado bateu o recorde de US$ 2,87.
Na interpretação da Ematerce, a colocação do Estado em exportações para o  mercado internacional atesta a qualidade do produto, tendo em  vista consumidores bastante exigentes. Por isso, esse setor recebe uma assistência constante.
O Ceará movimentou 761.520 quilos de mel nos três primeiros meses do ano, deixando para trás estados como Santa Catarina, Piauí, Paraná, Rio Grande do NorteMaranhão e Minas Gerais. Apenas em março de 2010, a mercadoria atingiu um volume de 2,42 mil toneladas na pauta de  exportações brasileira, correspondendo a US$  6.923.622,00 em receita e  atingindo o maior preço já registrado: US$ 2,87.
No primeiro trimestre de 2010, os Estados Unidos foram o principal  importador do mel de abelhas brasileiro, representando 58,22% da receita, pagando por quilo o equivalente a US$2,82. Em segundo lugar  veio a Alemanha com 21,2%, seguido por Reino Unido, Áustria, Canadá e Espanha.
Vinte e três empresas brasileiras foram responsáveis pelo envio do mel para fora do país, sendo que deste  total, apenas seis empresas respondem por 63% das  exportações, dentre elas uma do Ceará.
Ematerce
A Ematerce contribui com a excelente qualidade do mel produzido no  Ceará e no incremento da produtividade, por meio das ações de assistência técnica que desenvolve nos municípios que cultivam a criação racional de abelhas “Apis mellifera”.
Dentre as ações, estão os manejos de apiários e colméias; revisão  sistemática dos apiários assistidos; alimentação artificial dos  enxames, notadamente na época de florada escassa; melhoramento  genético das abelhas-rainhas; troca anual (sempre que necessária)de  rainhas e cera alveolada do ninho; uso de tela excluidora de rainhas no ninho, além de orientar quanto as Boas Práticas de Fabricação (BPF) direcionadas para a colheita do mel.
Fonte: Tendências e Mercado, 13 de maio de 2010 - 16:32 - Por TM - http://www.tendenciasemercado.com.br/negocios/ce-foi-o-terceiro-maior-produtor-de-mel-no-1º-trimestre/

Um comentário:

Paulo Romero disse...

Olá amiga Suely,
eu sempre achei que a produção de mel,é uma das melhores(senão a melhor)alternativas,para o semiárido nordestino,pois,não destrói o meio ambiente,mantém o homem na terra,é uma ótima fonte de renda e na preservação da nossa caatinga.

Um abraço.
Paulo Romero.
Mliponário Braz.
João Pessoa,PB.