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terça-feira, 6 de setembro de 2011

CURSO ON LINE - PNUD


Gobernabilidad Local y procesos de Descentralización para el Desarrollo Humano

Modalidad: Virtual
Idioma: Español
Nivel de instrucción: Pregrado/Posgrado
Duración: 13 semanas

Presentación


En las últimas dos décadas se han implementado considerables reformas democráticas en América Latina y el Caribe. Cada uno de los países en la región ha adelantado diferentes métodos y estrategias para alcanzar estas reformas y está experimentando una transformación política en respuesta a la percepción de déficit de gobernabilidad democrática y la demanda de la administración pública para incluir a los ciudadanos en los procesos democráticos.

En este contexto, uno de los más profundos cambios que se están dando en la actualidad es el posicionamiento de la gobernabilidad democrática local en el centro de los procesos de descentralización. Esto quiere decir que se están creando espacios para la participación, lo cual está abriendo canales de comunicación entre comunidades urbanas y rurales  para contribuir a la redistribución de los recursos públicos.

Tanto los procesos de gobernabilidad local como la descentralización, están generando nuevos acuerdos en políticas públicas, dando cabida a nuevos sujetos sociales y políticos, muchos de los cuales habían permanecido marginados hasta ahora. Como resultado de esto, los nuevos espacios para la participación ciudadana en las políticas públicas están evolucionando. Esta dinámica está creando oportunidades para la aparición de nuevos actores, nuevos mecanismos administrativos, nuevos acuerdos institucionales y nuevas estructuras para la gobernabilidad democrática que están tomando fuerza en la región. Esta realidad no solo ha generado la necesidad de re-pensar la nueva estructura institucional sino también de redefinir las funciones, atribuciones y espacios entre los diferentes niveles del estado y está contribuyendo a la creación de oportunidades para expandir y fortalecer la democracia a nivel local.

Estructura


El curso tiene una duración total de 13 semanas, incluyendo, además de las 4 unidades temáticas, una semana de contextualización y familiarización con la plataforma y una semana de cierre, en donde se invita a los participantes a realizar la evaluación global del proceso. El esquema de contenidos es el siguiente:

Unidad 0 
Introducción al sistema, al curso y contextualización:

  • Presentación y familiarización del programa del curso y los/las compañeros/as de curso
  • Conocimiento y utilización del aula virtual
  • Conocimiento y organización de los recursos de aprendizaje del aula virtual
Unidad 1Definición y conceptos de desarrollo humano, gobernabilidad democrática y la dimensión local

  • El desarrollo humano
  • La gobernabilidad democrática y su relación con el desarrollo humano
  • Desarrollo humano, gobernabilidad democrática y el espacio sub-nacional
Unidad 2Los procesos de gobernabilidad local y descentralización y su vínculo con el desarrollo humano

  • Gobernabilidad local y descentralización para el desarrollo humano
  • La descentralización administrativa
  • La descentralización financiera
Unidad 3Políticas públicas, gobernabilidad local y descentralización y su vínculo con el desarrollo humano

  • Políticas públicas, gobernabilidad local y desarrollo humano
  • Las políticas públicas como proceso
  • La política de las políticas públicas
Unidad 4Herramientas e instrumentos para fortalecer la gobernabilidad democrática local y los procesos de descentralización para el desarrollo humano

  • ¿Qué son las herramientas?
  • ¿Para qué sirven las herramientas?
  • Las herramientas de la gobernabilidad local
Unidad de Cierre
Balance del proceso

  • Reflexión y evaluación del curso

Informes e Inscripciones


quinta-feira, 24 de março de 2011

Novo portal para promover a discussão sobre inclusão social

BRASÍLIA, TER, 22-03-2011
Novo site em português permitirá acesso a estudos e avaliações de programas sociais de mais de 70 países em desenvolvimento e pesquisas comparativas sobre o Programa Bolsa Família
O Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG), órgão das Nações Unidas que tem apoio institucional da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), lançou hoje novo portal para promover a discussão e o aprendizado sobre iniciativas bem sucedidas de inclusão social ao redor do mundo.
Entre os recursos disponíveis no novo site, destaca-se a biblioteca virtual que traz ao público brasileiro mais de 130 pesquisas em português sobre políticas e programas de proteção social e transferência de renda; estratégias de desenvolvimento rural e sustentável; inovações para a geração de emprego; políticas macroeconômicas para a redução da desigualdade; e estratégias de provisão de água, saneamento e eletricidade.
Os estudos do IPC-IG são publicados em diferentes formatos, facilitando o acesso a diferentes públicos.  Nesse sentido, a biblioteca traz desde os populares one pagers, que abordam um tema ou uma política de maneira simples e direta, até os working papers, anunciando os resultados de programas de pesquisa, e os policy research briefs, que promovem recomendações práticas para políticas públicas.
Há, ainda, no site, 280 pesquisas em inglês e espanhol, abordando outros tópicos relacionados a estratégias para o crescimento inclusivo, tais como: impacto da situação económica mundial para o bem-estar humano e o impacto de políticas macroeconômicas para a epidemia de HIV/AIDS.
Além do rico acerco bibliográfico, o IPC-IG apresenta uma Sala de Notícias em português, que destaca as novidades sobre iniciativas de crescimento inclusivo nos países em desenvolvimento.  Programas de sucesso, novos relatórios das Nações Unidas, artigos de jornais e revistas e discussões em blogs e outras mídias sociais são anunciados diariamente pelo IPC-IG.
O acesso ao portal também permite ao leitor saber quais são os principais centros de pesquisa que trabalham com a temática social em 106 países e como pesquisar sobre crescimento inclusivo em mais de 70 portais especializados na internet.
Acesse o novo site aqui.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM)



Erradicar a extrema pobreza e a fomeSaiba mais
O número de pessoas em países em desenvolvimento vivendo com menos de um dólar ao dia caiu para 980 milhões em 2004, contra 1,25 bilhão em 1990. A proporção foi reduzida, mas os benefícios do crescimento econômico foram desiguais entre os países e entre regiões dentro destes países. As maiores desigualdades estão na América Latina, Caribe e África Subsaariana. Se o ritmo de progresso atual continuar, o primeiro objetivo não será cumprido: em 2015 ainda haverá 30 milhões de crianças abaixo do peso no sul da Ásia e na África.  
Atingir o ensino básico universalSaiba mais
Houve progressos no aumento do número de crianças frequentando as escolas nos países em desenvolvimento. As matrículas no ensino básico cresceram de 80% em 1991 para 88% em 2005. Mesmo assim, mais de 100 milhões de crianças em idade escolar continuam fora da escola. A maioria são meninas que vivem no sul da Ásia e na África Subsaariana. Na América Latina e no Caribe, segundo o Unicef, crianças fora da escola somam 4,1 milhões.
Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheresSaiba mais
A desigualdade de gênero começa cedo e deixa as mulheres em desvantagem para o resto da vida. Nestes últimos sete anos, a participação feminina em trabalhos remunerados não-agrícolas cresceu pouco. Os maiores ganhos foram no sul e no oeste da Ásia e na Oceânia. No norte da África a melhora foi insignificante: Um em cinco trabalhadores nestas regiões é do sexo feminino e a proporção não muda há 15 anos.  
Reduzir a mortalidade na infânciaSaiba mais
As taxas de mortalidade de bebês e crianças até cinco anos caíram em todo o mundo, mas o progresso foi desigual. Quase11 milhões de crianças ao redor do mundo ainda morrem todos os anos antes de completar cinco anos. A maioria por doenças evitáveis ou tratáveis: doenças respiratórias, diarréia, sarampo e malária. A mortalidade infantil é maior em países que têm  serviços básicos de saúde precários. 
Melhorar a saúde maternaSaiba mais
Complicações na gravidez ou no parto matam mais de meio milhão de mulheres por ano e cerca de 10 milhões ficam com seqüelas. Uma em cada 16 mulheres morre durante o parto na África Subsaariana. O risco é de uma para cada 3,800 em países industrializados. Existem sinais de progresso mesmo em áreas mais críticas, com mais mulheres em idade reprodutiva ganhando acesso a cuidados pré-natais e pós-natais prestados por profissionais de saúde. Os maiores progressos verificados são em países de renda média, como o Brasil.
Combater o HIV/Aids, a malária e outras doençasSaiba mais
Todos os dias 6,8 mil pessoas são infectadas pelo vírus HIV e 5.,7 mil morrem em conseqüência da Aids - a maioria por falta de prevenção e tratamento.  O número de novas infeccções vem diminuindo, mas o número de pessoas que vivem com a doença continua a aumentar junto com o aumento da população mundial e da maior expectativa de vida dos soropositivos. Houve avanços importantes e o monitoramento progrediu. Mesmo assim, só 28% do número estimado de pessoas que necessitam de tratamento o recebem. A malária mata um milhão de pessoas por ano, principalmente na África. Dois milhões morrem de tuberculose por ano em todo o mundo.
Garantir a sustentabilidade ambientalSaiba mais
A proporção de áreas protegidas em todo o mundo tem aumentado sistematicamente. A soma das áreas protegidas na terra e no mar já é de 20 milhões de km² (dados de 2006). O A meta de reduzir em 50% o número de pessoas sem acesso à água potável deve ser cumprida, mas a de melhorar condições em favelas e bairros pobres está progredindo lentamente.  
Estabelecer uma Parceria Mundial para o DesenvolvimentoSaiba mais
Os países pobres pagam a cada dia o equivalente a US$ 100 milhões em serviço da dívida para os países ricos. Parcerias para resolver o problema da dívida, para ampliar ajuda humanitária, tornar o comércio internacional mais justo, baratear o preço de remédios, ampliar mercado de trabalho para jovens e democratizar o uso da internet, são algumas das metas.


quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Minicurso on-line de desenvolvimento humano

Nova York, 06/10/2010
PNUD lança minicurso on-line de desenvolvimento humano

Ferramenta on-line pode ser acessada por qualquer internauta; conteúdo aborda desenvolvimento humano e indicadores como o IDH


Faça o curso
Em inglês

Em espanhol

Em francês
Leia também
Estudo do PNUD abordará fosso entre IDHs

PNUD lança estudos para orientar RDH 2010
da PrimaPagina



O PNUD lançou nesta quarta-feira um minicurso digital — gratuito e disponível para qualquer internauta — sobre desenvolvimento humano. O material faz parte do aniversário de duas décadas dos Relatórios de Desenvolvimento Humano, que culminará na divulgação, em 4 de novembro, da 20ª edição do estudo.

Intitulado Jornada de Desenvolvimento Humano, o curso tem versão em espanhol, inglês e francês. Pode ser feito on-line ou, após download, no computador. Ele traz uma introdução sobre o conceito de desenvolvimento humano, relaciona-o a outras teorias de desenvolvimento, explica os principais índices que tentam mensurá-lo e mostra a importância de trabalhar com dados desagregados por grupos sociais ou regiões.

O material é formado por seis apresentações (uma introdução, quatro aulas e um resumo) que, somadas, têm duração aproximada de quatro horas. O conteúdo é ministrado em áudio, textos em tópicos, gráficos e textos com a íntegra do que está sendo lido pelo locutor. É possível assistir ao curso em qualquer horário ou parar a apresentação e ver depois, de acordo com a conveniência do internauta. Ao final de cada aula, há rápidos exercícios para fixar o que foi apresentado. O PNUD, porém, não dá certificado ou qualquer outro documento para quem completar o treinamento.

Na introdução, define-se o conceito de desenvolvimento humano, fala-se sobre as origens dessa teoria, mostra-se porque esse enfoque é importante para o trabalho do PNUD e como ele se aplica em nível nacional ou local.

aula 1 (Princípios e características do desenvolvimento humano) apresenta os pontos principais do conceito: ser multidisciplinar, abranger diversas dimensões, não ser estático e orientar-se para as ações.

Na aula 2 (O enfoque do desenvolvimento humano e do desenvolvimento relacionado), destacam-se as diferenças e semelhanças entre essa teoria e outras como as que enfatizam recursos humanos, necessidades básicas, meios de vida, crescimento econômico, segurança humana e direitos humanos.

aula 3 (Medir o desenvolvimento humano) mostra por que é importante usar indicadores quantitativos e qualitativos para avaliar o desenvolvimento humano, apresenta cálculos e índices sobre o tema — como o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) — e discute os pontos fracos e fortes dessas medidas.


aula 4 (Aplicação do desenvolvimento humano) apresenta maneiras de aplicar o conceito, destaca como os Relatórios de Desenvolvimento Humano nacionais e regionais podem contribuir para o avanço social e relaciona o enfoque com o desenvolvimento de capacidades e a igualdade de gênero. Por fim, o resumo recapitula o que foi tratado no curso.

Íntegra dos relatórios
Como parte da comemoração dos 20 anos do RDH, o PNUD também vai publicar todos os relatórios anteriores em formato PDF e livro eletrônico, para download gratuito. A divulgação do IDH será reforçada com recursos interativos que mostrarão dados da maioria dos países do mundo. Haverá ainda uma calculadora on-line para que os internautas criem seus próprios índices.


quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Década das Nações Unidas para os Desertos e a Luta contra a Desertificação



Iniciativa global antidesertificação será lançada no Ceará

ONU vai proclamar a UNDDD, no dia 16 de agosto de 2010, o período de 2010 a 2020
A desertificação ameaça a subsistência de mais de um bilhão de pessoas em cerca de 100 países. Essa degradação do solo em terras secas pode também levar ao rompimento de até 44% dos sistemas de cultivo de todo o mundo.
Estudos recentes indicam que terras secas não só somam até 41,3% das superfícies de terra, mas também são lar de 2.1 bilhões de pessoas, o que significa uma a cada três pessoas no mundo todo. Além disso, uma a cada três plantações cultivadas hoje tem suas origens em terras secas. Desertos também sustentam 50% do gado do mundo, são habitats ricos para animais selvagens e somam aproximadamente metade de todos os sistemas de cultivo.
A fim de promover ações para proteger os desertos do mundo de deteriorações e degradação, a ONU vai proclamar, no dia 16 de agosto de 2010, o período de 2010 a 2020 como a Década das Nações Unidas para os Desertos e a Luta contra a Desertificação (UNDDD, na sigla em inglês).

A Década sera lançada em Fortaleza, no Ceará - região onde prevalecem terras secas -, durante a abertura da Segunda Conferência Internacional: Clima, Sustentabilidade e Desenvolvimento em regiões Semiáridas (ICID 2010).

O lançamento no Brasil será complementado por lançamentos regionais de setembro a novembro deste ano. Na África, o PNUMA, em parceria com o PNUD, vai promover um lançamento simultâneo e uma coletiva de imprensa em Nairóbi, também no dia 16 de agosto.
A década de eventos será promovida pelo secretariado da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), em colaboração com o Departamento de Informação Pública (DPI) da sede da ONU em Nova Iorque; o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA); o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD); e o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (IFAD), além de outros órgãos da ONU.
Para maiores informações e confirmação de presença, entrar em contato com:
Fortaleza: Sra. Cadija Tassiani, (+61) 9988 9852 ou (+61) 8220 3406, e-mail: cadijda@gmail.com
Ms. Wagaki Mwangi, Tel: (+49) 228 815 2820, Fax: (+49) 228 815 2898/99, E-mail: wmwangi@unccd.int
Ms. Yukie Hori, Tel: (+49) 228 815 2829, E-mail: yhori@unccd.int

Fonte: Boletim ONU

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Relatório de Desenvolvimento Humano 2010

Nova York, 05/07/2010


PNUD divulga estudos que vão embasar relatório de 2010
No 20º aniversário do Relatório Anual do Desenvolvimento Humano, textos trazem desde análise do IDH até o debate sobre o conceito

da PrimaPagina



O PNUD está divulgando, numa página especial de seu site, os estudos que vão subsidiar a edição de 2010 do Relatório de Desenvolvimento Humano, a ser lançado em outubro. No ano que marca o 20º aniversário do RDH, o tema escolhido foi o próprio conceito de desenvolvimento humano e também questões como o papel dos governos e mercados, o desafio da sustentabilidade e novas formas de se mensurar esse desenvolvimento.

Conduzidos por pesquisadores de universidades e do PNUD, os nove artigos disponíveis até o momento tratam do conceito de desenvolvimento humano, da relação entre esse conceito e sustentabilidade, da variação do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) nas últimas décadas, das condições da Europa e da África, da desigualdade de desenvolvimento dentro dos países, da importância da transparência para o desenvolvimento e do papel dos fatores que influenciam o processo (ação estatal e capitalismo).

A iniciativa de tornar públicos os estudos que ajudam a fundamentar o relatório já havia sido adotada no ano passado. Na ocasião, o PNUD criou uma página para agrupar os artigos que serviram de base para todos os RDHs anteriores, reunidos sob a rubrica de Human Development Research Paper Series.

A coleção é um formato “ágil e informal, cujos títulos podem em seguida serem revisados para publicação como artigo em revistas acadêmicas ou capítulos em livros”, afirma o PNUD na nota de apresentação, observando que as conclusões de cada texto são de seus autores, não necessariamente compartilhadas pelo PNUD ou pela ONU. “Individualmente, cada artigo lança à luz uma perspectiva importante do desenvolvimento humano”, afirma a nota.

http://www.pnud.org.br/pobreza_desigualdade/reportagens/index.php?id01=3504&lay=pde

terça-feira, 22 de junho de 2010

IDH - Índice de Desenvolvimento Humano completa 20 anos





Nova York, 16/06/2010


'Possibilidade de comparar países é que valoriza IDH'
Com quase 20 anos, Índice de Desenvolvimento Humano segue útil mesmo com maior disponibilidade de indicadores, diz pesquisador.


Leia também
IDH poderá incluir novos fatores em 2010

Estudo do PNUD abordará fosso entre IDHs
da PrimaPagina


Quase 20 anos depois de ter sido criado, o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) continua sendo útil — mesmo após a disseminação da internet e a difusão de inúmeros indicadores nacionais e internacionais, defende Francisco Rodriguez, chefe da equipe de pesquisa do Escritório para o Relatório de Desenvolvimento Humano, do PNUD. Em um post intitulado Ainda precisamos mesmo do IDH?, ele destaca que a principal vantagem de um indicador como esse é permitir “comparar países em uma escala única”.


O IDH “aborda uma necessidade que vai existir enquanto o mundo continuar a se caracterizar por um fosso imenso no desenvolvimento: a necessidade de avaliar nosso progresso em tornar as pessoas livres para levar o tipo de vida que elas valorizam”, escreve Rodriguez.


Isso não quer dizer que o índice seja perfeito. Ele não capta todas as dimensões do desenvolvimento humano, por exemplo. De qualquer modo, há espaço para aperfeiçoamentos. No Relatório de Desenvolvimento Humano 2010, a ser publicado em outubro, o IDH será incrementado para “levar em conta a disponibilidade de novas informações e responder a alguns de seus críticos”, escreve o pesquisador. E será apresentado ao lado de uma nova tabela de indicadores de desenvolvimento humano.


O índice foi criado em 1990, por economistas liderados pelo paquistanês Mahbub ul Haq e pelo indiano Amartya Sen, como forma de se contrapor ao PIB (Produto Interno Bruto) per capita. O conceito por trás dessa contraposição é que o desenvolvimento não se restringe a renda — por isso, além desse aspecto o IDH abrange também educação e longevidade. “O IDH era moderno e inovador. Ainda que não tenha sido o primeiro uso de índices agregados para mensurar as condições de uma nação (...), foi a primeira tentativa abrangente de avaliar e ranquear cerca de 100 países, com atualização periódica e o apoio de uma organização internacional”, destaca o pesquisador do PNUD.


Rodriguez ressalva que atualmente, “na era do Twitter e da Wikipedia”, ninguém precisa de uma organização internacional para encontrar indicadores sobre seu país. Além disso, nesses 20 anos houve uma proliferação de índices, cobrindo um grande número de fenômenos. Nesse cenário, a utilidade do IDH repousa principalmente na possibilidade que abre para comparar países, argumenta o autor. E exemplifica: “A Costa Rica tem menos da metade da renda per capita da Arábia Saudita, mas no IDH está seis posições à frente. E a Tunísia tem aproximadamente um terço da taxa de crescimento da China, mas em termos de IDH os dois países têm melhorado na mesma magnitude.”


É essa capacidade de comparar, argumenta Rodriguez, que permite ao IDH ajudar a responder perguntas básicas como “quais são os países mais desenvolvidos do mundo?”, “meu país está se desenvolvendo?”, “como ele se sai em comparação com os outros?”.

http://www.pnud.org.br/administracao/reportagens/index.php?id01=3495&lay=apu

sexta-feira, 7 de maio de 2010

O que o desenvolvimento humano significa para você, em sua vida diária? - What is Human Development?

07/05/2010 - 16:56:44 

Ajude a definir desenvolvimento humano

PrimaPagina
O primeiro Relatório de Desenvolvimento Humano, lançado em 1990 pelo PNUD, teve como objetivo principal disseminar o conceito de desenvolvimento humano, definido como o processo de ampliação das escolhas das pessoas. No relatório de 2010, que vai comemorar os 20 anos da publicação, parte do conteúdo debaterá justamente a evolução do termo - e os leitores podem participar da discussão.

O PNUD internacional está convidando os internautas a responder O que o desenvolvimento humano significa para você, em sua vida diária? . O objetivo é descobrir o que as pessoas consideram os elementos essenciais desse conceito, como ele afeta a vida delas e de suas comunidades e como o definiriam.
O conceito de desenvolvimento humano não nasceu com o relatório do PNUD, mas ganhou força e apoio institucional a partir da publicação. O estudo enfatizou que expansão das escolhas das pessoas requer que elas tenham liberdade para escolher e oportunidade para realizar o que escolheram. Os relatórios seguintes exploraram as consequências dessa ideia para áreas como globalização, igualdade de gênero, direitos humanos e mudanças climáticas. “O conceito evoluiu e adaptou-se conforme o mundo foi mudando, mas o elemento fundamental de fazer das pessoas o centro do desenvolvimento se mantém”, diz o PNUD no texto em que convida os internautas a participarem do debate.
O termo surgiu em grande parte como contraponto à ideia de que o foco do desenvolvimento é a economia ou a riqueza financeira de um país. A primeira frase do primeiro capítulo do primeiro RDH já contesta essa visão, ao afirmar: “A verdadeira riqueza de uma nação está em suas pessoas.” Em oposição à perspectiva economicista de que a situação de um país pode ser resumida por seu Produto Interno Bruto (PIB) ou pelo PIB per capita, o PNUD criou o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), que leva em conta a renda, mas também a educação e a longevidade.
O desenvolvimento humano, destaca o PNUD, envolve a “criação de um ambiente no qual as pessoas podem desenvolver seu completo potencial e dirigir suas vidas de modo produtivo e criativo, de acordo com suas necessidades e interesses”. As pessoas, porém, não são vistas apenas como receptoras de políticas que ampliem suas escolhas. Como salienta a agência da ONU no texto Conceito de Desenvolvimento Humano, “as pessoas devem ser livres para exercitar suas escolhas e participar na tomada de decisões que afeta suas vidas”.
Para permitir que o indivíduo participe mais do processo de tomada de decisões, é preciso aumentar o poder das pessoas, que devem ser “agentes ativos de seu próprio desenvolvimento”. O primeiro passo nesse sentido é remover os obstáculos contra a liberdade de escolher, como o analfabetismo, a falta de acesso a saúde adequada e a recursos.
(PNUD Brasil)

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) declara que a proteção da Biodiversidade é importante para o desenvolvimento


UNDP says protecting biodiversity is important for development



Preserving biodiversity is not about being 'green' but about economics, according to Veerle Vandeweerd, Director of Environment and Energy at UNDP, the UN Development Programme.
Biodiversity
Biodiversity
Ms. Vandeweerd participated in a press conference at UN headquarters to launch the International Year of Biodiversity, 2010. She says the loss of biodiversity and the degradation of natural resources affect first and foremost the poor and vulnerable.

"And we should not forget that three-quarters of the world's population depends on natural resources for their daily living and their daily survival - from their food, their shelter, recreation -- everything. Three-quarters of the world's population is directly related to biodiversity on this planet."
Drylands, which make up 40 percent of the Earth's surface are home to 2.3 billion people. These are already degraded environments, Ms. Vandeweerd points out, yet people living there depend on them for their livelihoods. Another 1.1 billion people depend on artisanal fisheries for their protein intake.
Preserving biodiversity is integral to achieving the Milliennium Development Goals, said Ms. Vandeweerd. That is why UNDP is working to unleash the economic potential of protected areas, as well as to insert the biodiversity perspective in economic sectors such as agriculture, forestry, mining and tourism.
Bissera Kostova, United Nations.
(duration: 1'25")

Sound bites


Veerle Vandeweerd Cut

"And we should not forget that three-quarters of the world's population depends on natural resources for their daily living and their daily survival - from their food, their shelter, recreation -- everything. Three-quarters of the world's population is directly related to biodiversity on this planet."
Duration: 00:00:16