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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Ipea lança biblioteca eletrônica durante a CODE

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lançou, durante a 2ª Conferência do Desenvolvimento (Code) uma página exclusiva para publicações digitais. Para acessar os livros online ou baixar os arquivos para tablet, acesse: www.ipea.gov.br/digital.

Por enquanto estão disponíveis onze títulos, em duas versões: em E-book e E-pub. Mas a intenção do Ipea é evoluir a conversão para que cada novo título lançado pelo Instituto seja disponibilizado também em E-book e E-pub.
No formato E-book, o livro pode ser lido imediatamente, pois é a versão online. Já no formato E-pub, o conteúdo pode ser baixado, para depois ser aberto em qualquer tablet, sem a necessidade de conexão com a internet.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Ipea recebe propostas de trabalhos para a II Code

Interessados podem enviar artigos até 18 de setembro. Acesse o hotsite e saiba mais sobre a chamada.
Professores, pesquisadores e estudantes têm até o dia 18 de setembro para enviar propostas de trabalhos para a II Conferência do Desenvolvimento (Code), que será realizada na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF), entre os dias 23 e 25 de novembro. Os trabalhos devem ter relação com uma das 11 áreas temáticas, definidas pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em parceria com as associações brasileiras de pós-graduação da área de humanidades (ABA, ABEPSS, ANPEC, ANPED, ANPOCS, ANPUH, Anpur, Compedi, Intercom, SBS e ABPC).  

A Code é uma conferência que reúne os mais diversos setores da sociedade, autoridades públicas e grandes especialistas para debater temas ligados ao desenvolvimento brasileiro. “O Ipea quer fomentar um debate sobre o desenvolvimento com caráter multidisciplinar, produzindo estudos variados podemos melhor assessorar o Estado em suas políticas públicas”, afirmou Aristides Monteiro, assessor-chefe de Planejamento do Ipea, durante a solenidade de lançamento da chamada de trabalhos.

Serão escolhidos de 200 a 300 artigos para a Conferência. As comissões avaliadoras em cada área temática são compostas por membros das respectivas associações de pós-graduação e técnicos do Ipea. Cada autor poderá enviar apenas um trabalho e a seleção será feita pelo sistema blind review, preservando-se o anonimato da proposta. Detalhes sobre o formato de envio dos trabalhos e informações sobre as áreas temáticas podem ser consultadas no hotsite da chamada de trabalhos (www.ipea.gov.br/code/chamada2011).

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Importância da Educação



Gasto social com educação é o que mais eleva o PIB
Segundo estudo do IPEA, que usou como base dados de 2006, cada R$ 1 gasto com educação pública gera R$ 1,85 para o PIB, e o mesmo valor investido na saúde gera R$ 1,70. Foram considerados os gastos públicos assumidos pela União, pelos estados e municípios. Quando se calcula o tipo de gasto social que tem o maior efeito multiplicador na renda das famílias, em primeiro lugar aparece o Bolsa Família. Para cada R$ 1 incluído no programa, a renda das famílias se eleva 2,25%. Gastos sociais fizeram o PIB brasileiro crescer 7% entre 2004 e 2008.
Em seu Comunicado nº 75, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela a importância que os gastos sociais adquiriram no Brasil para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e a redução das desigualdades. Segundo o estudo, que usou como base dados de 2006, cada R$ 1 gasto com educação pública gera R$ 1,85 para o PIB, e o mesmo valor investido na saúde gera R$ 1,70. Foram considerados os gastos públicos assumidos pela União, pelos estados e municípios.

Os chamados gastos sociais fizeram o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro crescer 7% entre os anos de 2004 e 2008, segundo o estudo "Gasto com a Política Social: Alavanca para o Crescimento com Distribuição de Renda" produzido pelo Ipea e divulgado quinta-feira. Durante o período, o PIB do País teve avanço real de 27%, segundo o instituto.

Ao comparar tipos diferentes de gasto social, o Comunicado concluiu que aquele destinado à educação é o que mais contribui para o crescimento do PIB, haja vista a quantidade de atores envolvidos nesse setor e os efeitos da educação sobre setores-chave da economia. “O gasto na educação não gera apenas conhecimento. Gera economia, já que ao pagar salário a professores aumenta-se o consumo, as vendas, os valores adicionados, salários, lucros, juros”, explicou o diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, Jorge Abrahão.

Abrahão apresentou o estudo ao lado de Joana Mostafa, técnica de Planejamento e Pesquisa do Ipea. Por sua vez, quando se calcula o tipo de gasto social que tem o maior efeito multiplicador na renda das famílias, em primeiro lugar aparece o Programa Bolsa Família (PBF). Para cada R$ 1 incluído no programa, a renda das famílias se eleva 2,25%. “A título de comparação, o gasto de R$ 1 com juros sobre a dívida pública gerará apenas R$ 0,71 de PIB e 1,34% de acréscimo na renda das famílias”, acrescenta o Comunicado, intitulado Gastos com política social: alavanca para o crescimento com distribuição de renda.

O texto afirma ainda que 56% dos gastos sociais retornam ao Tesouro na forma de tributos. “O gasto social não é neutro. Ele propicia crescimento com distribuição de renda. Ele foi muito importante para o Brasil superar a crise de 2008. Esse gasto tem uma grande importância como alavanca do desenvolvimento econômico e, logicamente, do bem-estar social”, concluiu Abrahão.


terça-feira, 13 de julho de 2010

IPEA - Indicador aponta a qualidade do desenvolvimento




IQD (Índice de Qualidade do Desenvolvimento) é uma pesquisa mensal realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que capta se o desenvolvimento vivido pelo país, contempla os requisitos de crescimento econômico com distribuição dos frutos do progresso e, também, aponta se esse movimento tende a sustentar-se no tempo. Para tanto, o indicador é segmentado em três componentes: Índice de Qualidade do Crescimento, Índice de Qualidade da Inserção Externa e Índice de Qualidade do Bem-Estar.

A qualidade do crescimento é garantida se: i) o crescimento da formação bruta de capital fixo superar o crescimento da produção de bens de consumo; ii) a produção dos bens de consumo duráveis crescer mais do que a de bens de consumo não-duráveis; iii) houver redução do foco de queimadas no país e da emissão de carbono; iv) a massa salarial crescer; e v) se a expectativa dos empresários for positiva. Cada uma dessas comparações permite duas pontuações: se o resultado atender aos critérios relacionados, somam-se 100 pontos; caso contrário, zero ponto. Logo, oÍndice de Qualidade do Crescimento pode variar entre 500 pontos (todos os itens favoráveis ao crescimento) e zero ponto (todos desfavoráveis).

Do mesmo modo, a qualidade da inserção externa é garantida se: i) a exportação de bens manufaturados crescer em relação ao total vendido ao exterior; ii) o investimento direto estrangeiro crescer em relação ao total dos investimentos estrangeiros no Brasil; iii) houver elevação dos termos de troca; iv) a renda líquida enviada ao exterior crescer abaixo da média histórica dos últimos 25 anos; v) se crescerem as reservas líquidas internacionais.

O sistema de pontuação de cada item é igual ao descrito anteriormente. Por sua vez, para mensurar melhorias na qualidade da vida social, utiliza-se como proxi: i) a queda na taxa de desemprego; ii) o aumento das ocupações formais em relação ao total; iii) a queda na taxa de pobreza; iv) a mobilidade social ascendente (ganhos reais de renda); e v) a queda na taxa de desigualdade de renda (índice de Gini). Mais uma vez, o sistema de pontuação dos itens é o mesmo.

Por fim, os três componentes são somados e divididos por três a fim de se obter uma média dos fatores que influenciam diretamente a qualidade do desenvolvimento. O resultado dessa conta é o IQD. As fontes utilizadas são IBGE (PIM e PME), Banco Central (balanço de pagamentos), FGV e Ipea(expectativas), Ipea (termos de troca) e Inpe (meio ambiente).

Confira todas as edições do IQD 2010:
IQD referente a marco de 2010
IQD referente a fevereiro de 2010
IQD referente a janeiro de 2010





Fonte: IPEA
http://www.ipea.gov.br/005/00502001.jsp?ttCD_CHAVE=639

terça-feira, 27 de abril de 2010

Mudanças Climáticas - ainda sobre a COP 15

23/04/2010 - 16:11:42 

Ipea divulga estudo sobre negociações de mudança climática

EcoDebate
Os avanços e os impasses nas negociações de mudança climática na 15ª Conferência das Partes da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (COP15), realizada no final de 2009, em Copenhague, e o prosseguimento das negociações em 2010 são tema de novo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O estudo mostra o papel do Brasil como negociador e interlocutor entre grupos de países.
Intitulado “Perspectivas sobre as negociações de mudança climática e seus impactos na política brasileira“, o Comunicado do Ipea n° 45 foi lançado em entrevista coletiva, nesta quinta-feira (22/4), no auditório do Instituto em Brasília (SBS, Quadra 1, Bl. J, Ed. Ipea/BNDES, subsolo). Houve transmissão on-line para todo o Brasil.
O texto também analisa a posição do Brasil nas negociações internacionais sobre mudança climática, as ações nacionais de mitigação, o novo marco regulatório sobre o assunto e a adaptação às mudanças do clima. Há, ainda, dados sobre emissão de gases de efeito estufa no Brasil e em outros países e sobre as metas do Brasil para a redução de emissões.
O Comunicado do Ipea n° 45 foi elaborado por técnicos Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais (Dirur) e da Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura (Diset) do Ipea.
Leia a íntegra do Comunicado do Ipea nº 45
Veja aqui apresentação do Comunicado

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Ipea lançou site que mapeia dados sobre municípios


(28/01/2010 - 11:29)

Informações sobre áreas como educação e pobreza são acessíveis pelo: http://mapas.ipea.gov.br

O portal Mapas Ipea, acessível pelo endereço http://mapas.ipea.gov.br, permite que qualquer pessoa possa obter informações consolidadas sobre todos os municípios brasileiros. Por meio dele é possível, por exemplo, obter detalhes sobre as 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016. A apresentação da ferramenta foi feita nesta quinta-feira, 28, pela diretora-adjunta de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura do Ipea, Fernanda de Negri, e pelo assessor técnico da Presidência do Instituto Erivelton Guedes.

Entre os dados disponíveis, pode-se consultar a população, a área, o Produto Interno Bruto (PIB), rodovias, estatísticas de educação e quantidade de servidores públicos nos municípios. Os mapas permitem, ainda, saber quais municípios têm acesso mais rápido a aeroportos e quais têm mais famílias em situação de pobreza. Qualquer pessoa poderá montar seu próprio mapa, sobrepondo as camadas de dados que lhe interessam, permitindo novos cruzamentos de dados.

"O Mapas Ipea permite análises simples e rápidas. Por exemplo, um município que não tem sistemas próprios desse tipo pode se utilizar da ferramenta para fazer suas análises, comparar seus indicadores com os de municípios vizinhos", explicou Erivelton. "Trata-se de um instrumento importante tanto do ponto de vista do formulador de políticas públicas quanto do gestor municipal ou estadual", afirmou Fernanda de Negri.

Erivelton acrescentou que o portal pode ser facilmente utilizado por qualquer cidadão. "Se um professor de geografia estiver dando aula sobre desigualdade de renda, ele encontrará dados sobre esse assunto no Mapas Ipea." Com o tempo, novos dados serão inseridos. "Hoje é possível encontrar na ferramenta informações como o número de famílias pobres atendidas pelo Bolsa Família. As obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) serão uma das próximas camadas acrescentadas, devido ao grande interesse público", declarou. Segundo o assessor, as prioridades de atualização vão ser definidas de acordo com a vontade dos usuários do sistema. Sugestões podem ser encaminhadas para o e-mail
mapas@ipea.gov.br.

"O Ipea tem vários estudos que podem ser incluídos no Mapas Ipea. Temos, por exemplo, informações sobre a distribuição espacial de várias indústrias, temos indicadores tecnológicos dos municípios", afirmou a diretora da Diset. O Mapas Ipea foi elaborado a partir do software livre I3Geo. A ferramenta do Ipea reúne em um só endereço informações já públicas que têm como fonte ministérios e outros órgãos federais, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - alguns dos quais utilizam há mais tempo a plataforma I3Geo.

As informações atualmente disponíveis no portal - cuja interface também pode ser acessada nos idiomas inglês, espanhol e italiano - têm como origem o IBGE, ministérios e o próprio Ipea. Muitos dos dados foram retirados da publicação Presença do Estado no Brasil: Federação, suas Unidades e Municipalidades, lançada em dezembro passado. A apresentação do Mapas Ipea ocorreu na sede do Instituto em Brasília (Setor Bancário Sul, Quadra 1, Edifício BNDES, subsolo). Houve transmissão on-line pelos sites
www.ipea.gov.br e www.agencia.ipea.gov.br.